sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Incredibilidade pela quebra de contratos ...inconstitucional e golpe inaceitavel
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=640161
«Maioria das rendas antigas não foi actualizada» - Negócios
08:44 - 11-11-2016
«Seja por inércia, seja por desconhecimento ou seja porque decidiram não o fazer, muitos proprietários ainda mantêm rendas antigas e de valores baixos. Quatro anos depois da entrada em vigor da lei das rendas, as novas alterações na calha lançam de novo a polémica.» Negócios 11/11/2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
quarta-feira, 27 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Frustração de expectativas : confisco a favor de privados
o valor da nossa renda passou a 2000 euros e é insustentável por mais tempo. Na esperança de se fazer justiça e respeito pelo património próprio que seria um contrato de arrendamento. (1) Somos entidade de interesse público e a mais antiga associação de Setúbal. Fazemos 161 anos.
A PAF em 2012 alterou o NRAU1 de 2006.
Frustração de expectativas de continuação dos contratos de arrendamento antigos em vigor foi o que os PAF nos impuseram com o NRAU2. O limite transitório 1/15 do valor patrimonial fez aumentar em 300% o valor da renda já aumentada pelo NRAU1 em 200%. Somos uma entidade de interesse público num 1º andar construído para nós em 1926 que sempre nos foi alugado. Foi “frustrada a expectativa legítima” de se manterem os contratos de arrendamento antigos com a reversão de 2012 do NRAU2 de Cristas e Menezes. Enquanto o simplex não revogar esta lei, pelo menos o valor máximo da renda deveria passar de 1/15 do valor patrimonial para 1/30. Claro, o período de proteção deveria crescer de 5 para 10 anos.
(1) O Grémio Literário sofre de uma situação semelhante e refere o contrato de arrendamento (direito de arrendamento) nos seus estatutos como património próprio coisa que o NRAU2 tornou caduco.
Alertamos ainda para falta de meios jurídicos para obrigar o senhorio a fazer manutenção do locado, em muito mau estado, e nunca nada fez de reparações. Direitos dos inquilinos? Só dos senhorios?
terça-feira, 10 de maio de 2016
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Em defesa dos arrendatarios
«Nova lei das rendas poupa ao Estado mais de 50 milhões» - Diário de Notícias
07:20 - 07-04-2016
«O projeto de lei do PS que prolonga por mais cinco anos, até 2022, o período de transição previsto na atual lei do arrendamento é apresentado como uma forma de proteger os arrendatários com mais de 65 anos ou com grau de deficiência superior a 60% que alegaram insuficiência económica», conta o Diário de Notícias. http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=606012
===========================por sorteio----
Medina lança programa para uma Lisboa para as “verdadeiras classes médias” 07.04.2016 às 7h444http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-04-07-Medina-lanca-programa-para-uma-Lisboa-para-as-verdadeiras-classes-medias
NUNO FOX
As rendas médias do Programa Renda Acessível deverão ser de €250 para um T0, €350 para um T1 e €450 para um T2. Estes valores são “significativamente abaixo dos que estão disponíveis no mercado”, estando em causa diferenças de “30 a 40%”, disse Fernando Medina
Fábio Monteiro FÁBIO MONTEIRO
Quantas pragas já foram rogadas e artigos do opinião escritos sobre a "turistificação" de Lisboa? E sobre o aumento das rendas, que tornam a cidade cada vez mais cara para os jovens que se querem fixar? Fernando Medina apresentou esta quarta-feira o prometido Programa Renda Acessível (PRA), cujo público-alvo disse serem as "verdadeiras classes médias", em particular os jovens. Esta iniciativa da câmara municipal de Lisboa permitirá a disponibilização, em várias zonas da cidade, de cinco a sete mil imóveis, com rendas entre os 250 e os 450 euros, escreve o jornal "Público" esta quinta-feira.
Fernando Medina já tinha anunciado esta ideia, a quando da sua tomada de posse como presidente da câmara. Passado exatamente um ano, cumpriu. Segundo o "Público", a ideia de base é que o município afete terrenos e prédios de que é proprietária a este programa e financie “as obras de urbanização gerais” e os “equipamentos coletivos de proximidade”, como creches e escolas. Outra missão será definir “normas de qualidade para a construção, manutenção e conservação” dos edifícios.
“Este programa dirige-se às verdadeiras classes médias”, resumiu o presidente da câmara, acrescentando que os jovens são “o destinatário primeiro” desta iniciativa. O grande objetivo, acrescentou, é “dar-lhes oportunidades para que possam viver na cidade de Lisboa”, conta o "Público".
As rendas médias do PRA deverão ser de 250 euros para um T0, 350 para um T1 e 450 para um T2. Estes valores, sublinhou Fernando Medina, são “significativamente abaixo dos que estão disponíveis no mercado”, estando em causa diferenças de “30 a 40%”.
As habitações do PRA serão atribuídas por sorteio e poderão concorrer pessoas cujos rendimentos anuais líquidos variem entre os 7500 e os 40 mil euros ilíquidos.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
terça-feira, 20 de outubro de 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
8anos - pela classe media
O secretário-geral do PS, António Costa, admitiu esta terça-feira o prolongamento do período de transição da actual lei das rendes, que limitou as actualizações dos contratos de arrendamento das famílias com menores rendimentos.
Num almoço com empresários do sector da construção e do imobiliário, o líder do PS deixou claro que, entre os interesses dos proprietários e da classe média, vai estar ao lado deste último grupo social.
"Numa situação em que os recursos são finitos, é preciso fazer opções. E vamos ter de proteger a classe média. É essa opção que deve ser feita", afirmou o líder do PS, em resposta a uma pergunta de Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários ALP), sobre a continuidade da actual política, em que são os proprietários e não o Estado a apoiar as famílias carenciadas,
A Lei das rendas, que entrou em vigor em finais de 2012, criou um regime de transição de cinco anos, no arrendamento habitacional, em que o aumento das rendas foi limitado para famílias que alegassem carência económica. No arrendamento comercial, o período de transição é actualmente de oito anos e beneficia as pequenas e micro empresas.
http://www.publico.pt/economia/noticia/antonio-costa-admite-prolongamento-do-periodo-de-transicao-da-lei-das-rendas-1696136?frm=ult
Num almoço com empresários do sector da construção e do imobiliário, o líder do PS deixou claro que, entre os interesses dos proprietários e da classe média, vai estar ao lado deste último grupo social.
"Numa situação em que os recursos são finitos, é preciso fazer opções. E vamos ter de proteger a classe média. É essa opção que deve ser feita", afirmou o líder do PS, em resposta a uma pergunta de Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários ALP), sobre a continuidade da actual política, em que são os proprietários e não o Estado a apoiar as famílias carenciadas,
A Lei das rendas, que entrou em vigor em finais de 2012, criou um regime de transição de cinco anos, no arrendamento habitacional, em que o aumento das rendas foi limitado para famílias que alegassem carência económica. No arrendamento comercial, o período de transição é actualmente de oito anos e beneficia as pequenas e micro empresas.
http://www.publico.pt/economia/noticia/antonio-costa-admite-prolongamento-do-periodo-de-transicao-da-lei-das-rendas-1696136?frm=ult
quarta-feira, 20 de maio de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
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